Precipitei o meu interior,
renunciei o vero amor
nas bancadas do sofrido infiel coração,
alegre de loucuras hediondas
escoradas de pensamentos estrambólicos.
Do interior do vento abracei o impossível,
colhi a real e mera Mona Lisa,
dispersa na ilusão secreta,
num mundo de sentimentos impossíveis
Onde te pinto em tons de possível.
Pintei… atravessei o rio…
Sobre a arte possível do teu amor
Na jangada dos nossos desejos
E cheguei a margem das vacas gordas
Agora…você é verão eterno na saudade do impossível.
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